20 de novembro de 2009

TROMBOSE CRÔNICA DE VEIA PORTA E MESENTÉRICA SUPERIOR

Paciente com entrada no P.A. relatando dor epigástrica. MPR Coronal. Diabética e hipertensa com história prévia de esplenectomia e esclerose de varízes esofágicas. Note a falha de enchimento desde os ramos proximais da veia mesentérica superior até a veia porta (Setas).

MPR Coronal. Além da trombose da veia porta (Seta rôxa), observe circulação colateral pérvia no hilo hepático (Seta azul), que também é visualizada na topografia do mesentério. Note a ausência cirúrgica do baço, os contornos hepáticos lisos e a presença de líquido livre subfrênico à direita.

MPR Sagital. Além da trombose da veia mesentérica superior (Seta amarela), observe a parede das alças intestinais com espessamento parietal concêntrico, achado relacionado ao estado de congestão venosa crônica determinado pela referida trombose (Seta branca).

Axial. Circulação colateral (Seta vermelha) e trombose na transição mesentérica/porta (Seta branca).

MPR Coronal. Advinha o que representa a seta laranja? E a branca? Pois bem, além dos aspectos já descritos, observe como o mesentério exibe aspecto de adensamento linear por conta da congestão venosa a jusante. Além disso, coexiste ascite... e a paciente somente com epigastralgia.

13 comentários:

  1. Fui submetido à gstroplastia (Fobi-Capela)sem intercorrências ou complicações, com alta hospitalar no 3º dia. Sem nemhum episódio de vômito ou dor abedominal, com 14 dias de pós operatório, manifestei um mal estar abdominal, atribuindo, inicialmente à obstipação (8 dias sem evacuar), apesar de estar fase de ingesta de líquido restrita. Em consulta com o cirurgião no dia seguinte, foi solicitado TC de abdome, sendo verificado trombose de veias porta, mesentérica e esplênica (provavelmente complicação decorrente ao ato cirúrgico). Submetido à angiografia com trombolítico (por 24 horas através de cateter), repetiu-se a angiografia do dia seguinte com melhora das imagens, sendo no entanto verificado a presença ainda de trombo na mesentérica com presença de vascularizações colaterais (segerindo quadro de trombose crônica da mesentérica). Não sou diabético, hipertenso, e nunca submetido anteriormente a ato cirúrgico. Ainda não tenho definição diagnóstica da causa da troboese crônica da mesentérica. Estou para realizar diversos exames hematológicos. Não encontrei na literatura relato de trombose porta, mesentérica e esplênica decorrente de cirurgia baríatrica, mas graças à intervenção cirúrgica pude identificar a trombose crônica da mesentérica. Paulo Roberto (tarle.@uol.com.br)

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  2. Saudações!
    Minha espôsa, 48 anos apresentou trombose semelhante, cronica, por uma mutação adquirida do gen Jack 2, que a levou a uma doença chamada de trombocitemia essencial.Gostaria de saber como você tem lidado com a hipertensão porta.
    albanesi@oi.com.br

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    1. Tenho 40 anos e também tenho trombose da veia porta e mesentérica. Achei q ninguém sobrevivia a isso, e é mt bom ouvir os depoimentos. Eu ainda não tenho nenhum sinal de hipertensão portal, mas passei quase três meses indo e voltando do hospital. Agora estou em casa há 30 dias e tenho passado bem, apenas sinto desconforto abdominal forte algumas vezes umas dores esporádicas. Minha alimentação está bem restrita e perdi 10 Kg. Estou tratando com anticoagulante oral (marevan) e já consegui um pouco de recanalização na porta. O médico detectou que a provável causa da trombose é a deficiência da Proteína S. Meu emocional não está muito bom, pois sempre acho que vai acontecer alguma coisa ruim, uma vez que fiquei indo e voltando do hospital durante muito tempo. Seria bom se conseguissemos nos comunicar por aqui. Meu em email alinecambuci@gmail.com

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  3. Pôxa, que pena que ng responde a gente...
    Tenho 40 anos e também tenho trombose da veia porta e mesentérica. Achei q ninguém sobrevivia a isso, e é mt bom ouvir os depoimentos. Eu ainda não tenho nenhum sinal de hipertensão portal, mas passei quase três meses indo e voltando do hospital. Agora estou em casa há 30 dias e tenho passado bem, apenas sinto desconforto abdominal forte algumas vezes umas dores esporádicas. Minha alimentação está bem restrita e perdi 10 Kg. Estou tratando com anticoagulante oral (marevan) e já consegui um pouco de recanalização na porta. O médico detectou que a provável causa da trombose é a deficiência da Proteína S. Meu emocional não está muito bom, pois sempre acho que vai acontecer alguma coisa ruim, uma vez que fiquei indo e voltando do hospital durante muito tempo. Seria bom se conseguissemos nos comunicar por aqui. Meu em email alinecambuci@gmail.com

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    1. Tenho 36 anos e a exatamente a dois anos atras tive trombose de veia porta e mesentérica por causa de um aumento de plaquetas, fiquei internando 3 meses sendo o primeiro mês inteiro na UTI.
      Durante o primeiro mês eu não pude comer e nem beber nada, me passaram um cateter no braço, para os medicamentos e outro no pescoço onde eu recebia uma alimentação parenteral. Depois de 2 meses fis uma cirurgia para a retirada de 50 cm do intestino delgado por causa de uma isquemia. Fiquei muito magro, só pele e osso, fui para casa pesando 46 quilos, mas aos poucos fui recuperando meu peso e minha saúde, hoje tenho vida normal, como de tudo, voltei a trabalhar, só tenho que tomar marevam e uma remédio chamado agrylin para controlar minhas plaquetas.
      Meu nome é Anderson e vou deixar meu e-mail e telefone se alguém tiver passando por esse problema e quiser conversa sobre o assunto estou a disposição. anderson.araujo@incor.usp.br - Cel: 98731-6200 Tim

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  4. Tenho 44 anos e foi-me diagnosticado uma trombose da veia mesentérica superior, estive internada durante 17 dias a fazer tratamento (anti-coagulantes).
    Neste momento estou em casa sem qualquer medicação porque os valores INR estao muito altos, o médico não tem explicação para o caso, apenas me pede para ir de 2 em 2 dias reptir analise.
    Sinto-me completamente perdida e com muito medo, peço que me ajudem e me orientem, obrigada.

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    1. Ana, tenho 41 anos e tenho trombose de porta e mesentérica. Se quiser pode entrar em contato comigo no email alinecambuci@gmail.com ou pelo grupo no face "Trombose de Veia Porta" no endereço
      https://www.facebook.com/groups/764765606874713/

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  5. Pessoal.. fui diagnósticada com trombose mesenterica a menos de um mês. Sei qie eh uma doença bem rara e gostaria de trocar ideias com as pessoas que tambem tem ou tiveram. Podemos criar um grupo no facebook. Vcs topam? Andrea

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    1. Tenho 36 anos e a exatamente a dois anos atras tive trombose de veia porta e mesentérica por causa de um aumento de plaquetas, fiquei internando 3 meses sendo o primeiro mês inteiro na UTI.
      Durante o primeiro mês eu não pude comer e nem beber nada, me passaram um cateter no braço, para os medicamentos e outro no pescoço onde eu recebia uma alimentação parenteral. Depois de 2 meses fis uma cirurgia para a retirada de 50 cm do intestino delgado por causa de uma isquemia. Fiquei muito magro, só pele e osso, fui para casa pesando 46 quilos, mas aos poucos fui recuperando meu peso e minha saúde, hoje tenho vida normal, como de tudo, voltei a trabalhar, só tenho que tomar marevam e uma remédio chamado agrylin para controlar minhas plaquetas.
      Meu nome é Anderson e vou deixar meu e-mail e telefone se alguém tiver passando por esse problema e quiser conversa sobre o assunto estou a disposição. anderson.araujo@incor.usp.br - Cel: 98731-6200 Tim

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    2. Oi Andréa, foi bom receber seu email... Espero que tenha ajudado, não recebo as notificações daqui, não sei por que...
      Abraços

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    3. Andrea, criei o grupo no face, o endereço é https://www.facebook.com/groups/764765606874713/
      o título é trombose de veia porta
      espero que possamos trocar nossas experiências e ajudar!

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  6. Tenho 36 anos e a exatamente a dois anos atras tive trombose de veia porta e mesentérica por causa de um aumento de plaquetas, fiquei internando 3 meses sendo o primeiro mês inteiro na UTI.
    Durante o primeiro mês eu não pude comer e nem beber nada, me passaram um cateter no braço, para os medicamentos e outro no pescoço onde eu recebia uma alimentação parenteral. Depois de 2 meses fis uma cirurgia para a retirada de 50 cm do intestino delgado por causa de uma isquemia. Fiquei muito magro, só pele e osso, fui para casa pesando 46 quilos, mas aos poucos fui recuperando meu peso e minha saúde, hoje tenho vida normal, como de tudo, voltei a trabalhar, só tenho que tomar marevam e uma remédio chamado agrylin para controlar minhas plaquetas.
    Meu nome é Anderson e vou deixar meu e-mail e telefone se alguém tiver passando por esse problema e quiser conversa sobre o assunto estou a disposição. anderson.araujo@incor.usp.br - Cel: 98731-6200 Tim

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    1. Anderson, que bom te "conhecer"!!!!!
      Acho que ficamos trombosados na msm época!! E com casos muito parecidos. A causa da sua trombose deve ser uma mutação genética no Gene Jack 2, não? É o que causa o aumento no número de plaquetas. Tenho uma amiga em Conselheiro Lafaiete - MG com essa msm causa de trombose em porta, mesentérica e esplênica!! A causa da minha trombose é uma conjugação de dois fatores: trombofilia e doença autoimune, no caso Mutação no Gene de Tropombina e Doença de Crohn. Eu perdi 25 Kg e pesei 40 kg. Hj também estou bem e recebo emails frequentes devido a esse post aqui. Agora vc deve receber tb. Que tal mantermos contato? Abraços, amigo-guerreiro. O tempo é nosso melhor amigo.
      Ah, a propósito como vc lida com a hipertensão porta e as sequelas? Tem varizes esofágicas?

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