4 de janeiro de 2016

FISTULA CAROTIDO-CAVERNOSA

Paciente jovem com história de trauma e aumento progressivo da região orbitária esquerda.


Tomografia Computadorizada plano axial, reconstrução em MIP (Maximum Intensity Projection), notamos ectasia difusa da veia oftálmica superior esquerda.


Tomografia Computadorizada plano axial, reconstrução em MIP (Maximum Intensity Projection), notamos ectasia difusa da veia oftálmica superior esquerda.


Tomografia Computadorizada plano sagital, reconstrução em MIP (Maximum Intensity Projection), notamos ectasia difusa da veia oftálmica superior esquerda.


As fístulas carotido-cavernosas representam uma comunicação anormal direta ou indireta da artéria carótida interna com o seio cavernoso. Esta comunicação determina ectasia do leito vascular venoso relacionado, proptose, perda progressiva da visão dentre outros sintomas. A história natural da patologia é bastante variável. O tratamento pode ser cirúrgico ou por embolização endovascular.

1 de junho de 2015

PLACA ULCERADA - ARTÉRIA CARÓTIDA INTERNA ESQUERDA

Paciente do sexo masculino, 69 anos com história de placas ao Doppler

Angiotomografia das Artérias Carótidas e Vertebrais, reconstrução MIP da artéria carótida interna esquerda evidenciando placa predominantemente não calcificada no bulbo com volumosa ulceração (seta vermelha) determinando estenose significativa.

17 de fevereiro de 2015

ARTERITE DE TAKAYASU

Paciente do sexo feminino, jovem com história de mal estar, cansaço aos pequenos esforços e cefaleia intensa.


Angiotomografia evidenciando espessamento parietal e redução do calibre na aorta abdominal infrarrenal.


Angiotomografia: espessamento parietal difuso da artéria carótida comum esquerda.


Angiotomografia: espessamento parietal difuso da artéria carótida comum esquerda (plano axial).


Angiotomografia: espessamento parietal e redução do calibre na aorta abdominal infrarrenal.

2 de julho de 2014

HEMOSSIDEROSE RENAL

Paciente do sexo masculino, 36 anos, portador de Anemia Falciforme com história de dor abdominal.
Para este caso vamos apenas comentar um achado adicional: redução difusa da intensidade de sinal no cortex renal compatível com hemossiderose renal.


Plano axial, sequência pesada em T2. Baixo sinal difuso na cortical dos rins.


Plano axial, sequência pesada em T1 out fase, observa-se alto sinal compatível com deposição de hemossiderina quando comparado com a sequência pesada em T1 in fase.


Sequência pesada em T1 in fase com baixo sinal difuso no cortex renal.


Sequência pesada em T2 no plano coronal evidencia-se esplenomegalia.




18 de fevereiro de 2014

VEIA BRAQUIOCEFÁLICA ESQUERDA ABERRANTE

Paciente do sexo masculino, 63 anos com história de insulto vascular isquêmico realizou Angiotomografia das Artéria Carótidas e Vertebrais com achado incidental de Veia Braquiocefálica Esquerda Aberrante.



Plano coronal, MIP, notamos a estrutura vascular com trajeto entre o Arco Aórtico e o Tronco da Artéria Pulmonar. 

Seta verde - Aorta.
Seta vermelha - Veia Braquiocefálica Esquerda Aberrante.


Plano parassagital MIP


Plano axial MIP
Seta Amarela - Veia Cava Superior 
Seta azul - Artéria Pulmonar Esquerda.


A veia braquiocefálica esquerda cursa habitualmente à frente dos troncos supra-aórticos e é local frequente de artefatos de endurecimento do feixe de RX nos exames tomográficos. Este é um dos motivos que faz o acesso venoso no membro superior direito ser preferido ao esquerdo para a infusão endovenosa da substância contrastante nos exames angiotomográficos.
Neste caso, o acesso foi realizado no membro superior esquerdo, caracterizando-se a variação anatômica da veia braquiocefálica esquerda.
Trata-se de rara variação anatômica do trajeto venoso frequentemente associada a anomalias cardíacas. Ocorre em menos de 1% das variações anatômicas do sistema cardiovascular.

7 de fevereiro de 2014

HEMORRAGIA SUBARACNOIDE

Trata-se de paciente do sexo feminino com 42 anos apresentando história de cefaléia importante há 7 dias.


Ressonância Magnética do crânia, sequência pesada em FLAIR, onde evidenciamos alto sinal nos sulcos corticais da alta convexidade.


Angiotomografia evidenciando aneurisma sacular na transição da artéria carótida interna com a artéria cerebral média esquerda.

31 de maio de 2013

ANEURISMA SACULAR X ARTÉRIA CEREBRAL ANTERIOR AZYGOS

Individualiza-se apenas um segmento vascular (seta verde) na projeção dos segmentos A2 das artérias cerebrais anteriores com aneurisma sacular em sua bifurcação (seta vermelha). Achado compatível com variação anatômica das artérias cerebrais anteriores, este achado associa-se com aneurismas saculares.

23 de maio de 2013

TROMBOSE DAS VEIAS MESENTÉRICA SUPERIOR E PORTA


Paciente do sexo feminino, 66 anos com história de cirurgia recente (correção de hérnia abdominal).


Tomografia sem contraste. Note que é possível observar material espontaneamente hiperdenso na junção esplenoportal, fornecendo indícios de trombose aguda.


Tomografia sem contraste. Note que é possível observar material espontaneamente hiperdenso na junção esplenoportal, fornecendo indícios de trombose aguda.


Tomografia com contraste. Extensa falha de enchimento nas veia porta e mesentérica superior.

As imagens fornecem indícios de trombose recente. As principais características que corroboram para estes achados são: material espontaneamente hiperdenso no interior do vaso (trombo), aumento do calibre dos vasos, adensamento da gordura perivascular e a ausência de circulação colateral significativa.

21 de março de 2013

HIPOPLASIA DA ARTÉRIA CARÓTIDA INTERNA

Paciente jovem, do sexo feminino com história de Acidente Vascular Cerebral há 20 anos.


Tomografia no plano axial. Setas indicam os canais carotídeos. O direito com calibre normal e o esquerdo com fino calibre fornecendo indícios de hipoplasia da artéria carótida interna esquerda.


Tomografia MIP, plano sagital com hipoplasia da artéria carótida interna esquerda.

5 de março de 2013

MALFORMAÇÃO ARTERIOVENOSA DA VEIA DE GALENO

Paciente do sexo feminino com 02 anos evoluindo com irritação (cefaleia segundo a genitora) e evidencias clinicas de insuficiência cardíaca.



Reconstrução MIP plano Sagital, onde individualizamos significativa ectasia da veia de Galeno e dos seios venosos com múltiplas estruturas vasculares de fino calibre na projeção esperada para as veias cerebrais anteriores e a porção medial dos talamos.


Reconstrução MIP plano Coronal


Reconstrução VRT Plano Sagital

Segue um link da Radiopaedia com um excelente resumo sobre o assunto http://radiopaedia.org/articles/vein_of_galen_malformation